MAROCAS

Dezembro 29 2014

ANEDOTAS DE ESCRITÓRIO

 



1. DE EMPREGADO A EMPREGADO:

- Soubeste que faleceu o chefe?
- Sim, mas queria saber quem faleceu com ele.
- Por que é que tu perguntas?
- Não leste o anúncio posto pela empresa? Dizia: "...e com ele foi-se um grande trabalhador...!

2. DE CHEFE PARA EMPREGADO

- Este é o quarto dia que você chega tarde esta semana.
Que conclusão tira disso?
- Que hoje é quinta-feira...

3. DE EMPRESÁRIO PARA EMPRESÁRIO:

- Como consegues que os teus empregados cheguem pontuais ao trabalho?
- Simples, tenho 30 empregados, mas só 20 estacionamentos....

4. EMPREGADO:

Enquanto o meu chefe finge que me paga um bom salário, eu finjo que  trabalho muito.

5. DO CHEFE PARA A SECRETÁRIA:

- Quem te disse que podes passar o dia a dar voltas sem trabalhar, só porque tivemos uma relação??
- O meu advogado...

6. DO CHEFE DO PESSOAL AO ASPIRANTE:

- Aqui procuramos um empregado que não negue nenhum tipo de trabalho duro e que nunca fique doente.
- OK, vou ajudá-lo a procurar um...!!!

7. CHEFE:

- António, já sei que o seu salário não é suficiente para casar-se…, mas algum dia você ainda me vai agradecer.

8. DO EMPREGADO PARA O CHEFE:

- Chefe, posso sair duas horas antes?
A minha mulher quer que eu a acompanhe a fazer compras.
- De nenhuma maneira!
- Obrigado chefe!, eu sabia que podia contar consigo..!!!

9. UMA VEZ NUMA INSPECÇÃO

Dois inspectores fiscais chegam a uma casa e perguntam:
- O seu nome?
- Adão.
- A sua esposa?
- Eva.
- Incrível! Por acaso a serpente também vive aqui...?!?
- Sim, um momento.
Sogra, estão à sua procura!!!

publicado por Fernando Ramos às 21:23

Dezembro 21 2014

anedota cavalo.jpg

 

publicado por Fernando Ramos às 19:39

Dezembro 10 2014

O mundo - Excursões 3D

 

 PASSATEMPO PARA CENTENAS DE HORAS.....talvez para as longas noites de inverno!!!!!
 Viajar sem nos movermos ! ...
Com música, ou sem música !!! 
  
CATARATAS DEL IGUAZÚ:
 
GRAN CAÑÓN DEL COLORADO USA:

 BRYCE CANYON, COLORADO RIVER SAN JUAN RIVER UTAH USA:

 TORRES PETRONAS KUALA LUMPUR MALASIA:

 VENECIA ITALIA:

 CHICAGO ILLINOIS USA

 PARÍS FRANCIA:

 PIRÁMIDES DE GIZA EN EGIPTO:

 ISLA SANTORINI EN GRECIA:
 
TAJ-MAHAL AGRA INDIA
 
SWAMINARAYAN AKSHARDHAM NUEVA DELHI INDIA:
 
CRISTO DEL CORCOVADO RÍO DE JANEIRO BRASIL:
 
ESTAMBUL TURQUÍA:
 
TORRE DE PISA ITALIA:

 MANHATTAN NEW YORK USA (DÍA Y NOCHE):

 PAGODA SHWEDAGON MYANMAR:
 
GOLDEN GATE BRIDGE SAN FRANCISCO USA:
 
ESTATUAS MOAI ISLA DE PASCUA CHILE:
 
SAN PETERSBURGO RUSIA:

 MOSCÚ KRELIN RUSIA:
BAHÍA HALONG VIETNAM:
 
SALTO DEL ANGEL CANAIMA VENEZUELA:
 
LOS 12 APÓSTOLES AUSTRALIA:
 
CATARATAS VICTORIA FRONTERA ZAMBIA-ZIMBABWE

 HONG KONG:
 
BANGKOK TAILANDIA:
 
HIMALAYA NEPAL:
 
TORONTO CANADÁ Y NIÁGARA FALLS:

 KOTOR MONTENEGRO:
 
ANGKOR Y TA-PROHMCAMBOYA:
 
SYDNEY AUSTRALIA:
 
MACHU PICCHU PERÚ:

 CIUDAD DEL VATICANO:
 
COLISEUM ROMA ITALIA:

 LAS VEGAS DE NOCHE USA:

 CIUDAD DEL CABO SUDAFRICA:

 MOERAKI NUEVA ZELANDA:

 BUKHARA UZBEKISTAN:
 
MONO LAKE CALIFORNIA USA:

 DUBAI CITY:

 ISLANDIA:
 
CASTILLO NEUSCHWANSTEIN ALEMANIA:
 
HOLANDA AMSTERDAM:
publicado por Fernando Ramos às 17:50

Dezembro 03 2014

 

Continuo de boca aberta. Já não só pelo que fizeram, mas a forma sem vergonha como o dizem?!! Deus nos guarde. É demais.

Acontece...

 

Eu também quero ser verbo de encher

Nada atormenta os advogados das “senhas de presença” em tanto conselho de administração – "senhas" para eles moverem as suas influências, que no fundo é a razão profunda por que lhes pagam

Desde hoje de manhã que estou de boca aberta. Não sei se conseguirei fechá-la tão depressa. Tudo porque li uma entrevista como há muito, muito tempo, não lia algo de semelhante: a de Nuno Godinho de Matos ao jornal i.

Perguntarão: quem é Nuno Godinho de Matos? Pois é um advogado de Lisboa que era, até ao mês passado, administrador não executivo do Banco Espírito Santo. Uma busca na internet rapidamente nos indica que, além disso, foi fundador do Partido Socialista, trabalha há décadas com Daniel Proença de Carvalho, é actualmente vice-presidente da Ordem dos Advogados e foi durante muitos anos membro da Comissão Nacional de Eleições, lugar a que renunciou por ter representado nas últimas eleições autárquicas Moita Flores. Alguém de múltiplos talentos que, quero crer, falará com conhecimento de causa.

E o que nos diz ele nessa entrevista? Primeiro conta como se tornou administrador não executivo do BES. O convite chegou-lhe por via de um amigo de Ricardo Salgado com uma única justificação: era de boa política “incluir no conselho de administração alguém ligado à resistência ao antigo regime, de esquerda, e que não fosse profissional da actividade política”. Tão só, mais nada. Godinho de Matos ainda terá dito que “sabia tanto de bancos como de calceteiro, embora goste de calçadas”, mas Ricardo Salgado, que o convidou para um jantar na sede do BES, “teve a gentileza de dar as respostas que as pessoas educadas dão e dizer que não era assim”.

Conversa feita, lugar assumido. Durante seis anos Nuno Godinho de Matos foi administrador “independente”, não executivo, do banco. Com o mesmo estatuto e a mesma remuneração de outra advogada, Rita Amaral Cabral (companheira de Marcelo Rebelo de Sousa).

Vamos agora saber o que fazia Godinho de Matos naquele conselho. A resposta objectiva é: nada. Não sou eu que digo, é o próprio: “Em seis anos nunca abri a boca, entrava mudo e saía calado. Bem como todos os restantes administradores.” A própria existência desses conselhos de administração alargados é, diz Godinho de Matos, “um pró-forma”: “É algo que tem de existir para ratificar as deliberações nas questões fundamentais tomadas pela comissão executiva.” Mais: “os administradores não executivos são um detalhe, um acessório na toalete de uma senhora”.

Para um “acessório” Nuno Godinho de Matos até achava que saía “barato” ao BES, pois só recebiam senha de presença: líquido, uns “2400 euros por reunião”, 10 a 12 mil por ano. Pena que os documentos depositados na CMVM contem outra história, pois revelam que recebeu, brutos, 42 mil euros. É como eu digo: para “verbo de encher” assim, eu também eu gostava. Sobretudo com a insustentável leveza do que vem a seguir, isto é, o achar que é tudo culpa do Banco de Portugal, da CMVM e dos auditores. O administrador não executivo nunca viu nada, nunca ouviu nenhum dos rumores que circulavam por Lisboa, nunca se interrogou sobre as notícias dos jornais, nunca se incomodou com as emendas às declarações de IRS de Ricardo Salgado, nunca achou, numa palavra, que pudesse haver algo que perturbasse a serena rotina das suas “senhas de presença”.

Nada disto seria demasiado importante – afinal, quem é Nuno Godinho de Matos? – se não fosse revelador sobre a forma como as coisas funcionam. Godinho de Matos era um “acessório” a quem valia a pena pagar senhas de presença não porque desse contributos relevantes nas reuniões em que participava, mas porque compunha o ramalhete de ter alguém “de esquerda” e, como tantos outros advogados que há em idênticas funções em dezenas, centenas de conselhos de administração, ajudava a “abrir portas”. Não sei se alguma vez o fez, nem isso é importante: afinal ele aceitava fazer parte da estratégia de Ricardo Salgado, uma estratégia que, nesta mesma entrevista, define como motivada pelo desejo de poder. Mais exactamente, “o poder social e o financeiro”. Ora, como ele explica, ter uma estratégia de “preservação do poder” não tem nada de mesquinho ou de egoísta, com também faz questão de sublinhar – é, no seu ponto de vista, exactamente a mesma motivação de qualquer político.

Este fundador do PS que diz que gostaria de ter um governo chefiado por um Vítor Gaspar é alguém que aparentemente lida bem com estas coisas do poder e do dinheiro, ou não tivesse trazido em tempos, do Luxemburgo, uma mala com dinheiro dos socialistas europeus para entregar a Mário Soares. Nada disso o atormenta.

Como nada atormenta os advogados das “senhas de presença” em tanto conselho de administração – “senhas” para eles moverem as suas influências, que no fundo é a razão profunda por que lhes pagam, actuação que para eles é tão natural como beber água. Que entretanto caia um edifício do tamanho do BES também nunca será nada com que percam uma noite de sono (a não quando lhes congelam as contas, a única queixa que Godinho de Matos agora parece ter) – a culpa será sempre de outros.

Eu, confesso, continuo de boca aberta.

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publicado por Fernando Ramos às 21:24

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