MAROCAS

Março 20 2014

 

 

 

- Reenvio tal como recebi. É esclarecedor

 

Convém ler e reler para ficar a saber, pois isto é uma coisa que interessa a todos.....

Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos....



A INSUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL


A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974.

 


As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).


O Estado nunca lá pôs 1 centavo.


Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu.


Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"!

Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores).

Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos.


Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido) em 1997, hoje chamado RSI.


E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.



Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado,para contemplar estas necessidades.


Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos.

 

Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram.
Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou. É a diferença entre o ditador e os democratas?


Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Profs. Correia de Campos e

Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".


Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social,ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975.

 

Pois esse montante apurado até 31/Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões ?.


De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e dar benesses a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.


Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje.


Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE.


Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS?


Claro que não!...



Outra questão se pode colocar ainda.

Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?


Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões?!


Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!...


Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.

A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e

faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!...


Falta falar da CGA dos funcionários públicos, assaltada por políticos sem escrúpulos que dela mamam reformas chorudas sem terem

descontado e sem que o estado tenha reposto os fundos do saque dos últimos 20 anos.

Quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.



SEM COMENTÁRIOS...mas com muita revolta....

 

 

 

 

RECEBI E CÁ ESTOU A REENVIAR !!!


Sabem que, na bancarrota do final do Século XIX que se seguiu ao ultimato Inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar:


A Casa Real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a Presidência da República fazer algo de semelhante.


Os Deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do Século XX.


SEM COMENTÁRIOS.


ACORDA POVO, PORQUE A NAÇÃO DE TI PRECISA... TEU GRITO SERÁ A TUA ARMA...

Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.


Governo Português:


3 Governos (continente e ilhas)


333 deputados (continente e ilhas)


308 câmaras


4259 freguesias


1770 vereadores


30.000 carros


40.000(?) fundações e associações


500 assessores em Belém


1284 serviços e institutos públicos


Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados "per capita" equivalentes à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50%

O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!

É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS. ISTO É ABOMINÁVEL!

ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO AS QUE O GOVERNO FALA.



Faz o que te compete: divulga. Mas, como sempre, deve apagar os endereços dos remetentes. Os nossos contactos são os nossoscontactos.

 

 

 

 

 

 



 

 


 

 

 

 


 

                           

 

 

Imagem removida pelo remetente.

 


 

 

 

 


 

                           

 

 

Imagem removida pelo remetente.

 



 

 
 


----- Fim de mensagem reenviada -----

 

Fernando Ramos

 

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publicado por Fernando Ramos às 17:49

Março 07 2014

 

O PAÍS DO PSD NÃO PRECISA DE PESSOAS

O “país” de que fala Luís Montenegro não é o nosso país. O “país” de que fala Luís Montenegro não é Portugal.

"A vida das pessoas não está melhor, mas a vida do país está muito melhor." A frase, de Luís Montenegro, o risonho líder parlamentar do PSD, merece entrada em qualquer colectânea de citações políticas e mesmo nos manuais de história contemporânea. Não pela profundidade do pensamento, como nos melhores casos, mas pela clareza da ideia que expõe, que no caso vertente resulta de uma mistura de simplicidade e de desfaçatez.

A primeira parte da tirada ("A vida das pessoas não está melhor”) não levanta dúvidas a ninguém e merece a concordância de todos. 

Há menos emprego que quando este Governo tomou posse, há mais desemprego, há mais desempregados sem apoios sociais, há mais pobreza, há mais sem-abrigo, há mais fome, há mais desespero, há mais jovens sem dinheiro para estudar, há mais portugueses a emigrar por falta de perspectivas, há mais jovens qualificados a emigrar, há mais medo, há menos liberdade, há menos apoios sociais, há menos acesso à saúde, há menos formação, há menos escolas, há menos serviços no interior, há maior conflitualidade, há menos confiança nas pessoas e nas instituições, etc. A lista exaustiva é impossível de tão longa e, por trás de cada estatística, escondem-se milhares de tragédias pessoais, de histórias que não deviam existir num país desenvolvido no século XXI.

O que é de mais difícil compreensão é aquele “a vida do país está muito melhor". É difícil porque é preciso um enorme esforço conceptual para separar este “país” que está “muito melhor” das “pessoas” que “não estão melhor”.

Que país é este de que fala Montenegro? Que entidade é esta que está tão longe e tão separada das pessoas que é possível que uma esteja muito melhor e as outras muito pior?

Existem muitas definições de estado (suponho que é do estado que fala Montenegro) mas praticamente todas elas consideram uma comunidade organizada politicamente, com um governo e um território. Que país é então este que está bem quando as suas pessoas estão mal? Que componente do país é que está melhor? Será que Montenegro fala do território? Não parece ser. 

Referir-se-á Luís Montenegro ao Governo? Será o Governo a parte do país que está “muito melhor”? É inegável que o executivo ganhou um novo vigor e que conseguiu construir um discurso positivo em torno da ideia de “fim do programa de ajustamento” que, por vácuo que seja, parece ter convencido alguns incautos e paralisado ainda mais o PS. Mas mesmo Luís Montenegro sabe que seria excessivo identificar Governo e país. Este país que está “muito melhor” parece ser algo mais amplo que a comissão liquidatária a que chamamos governo.

Mas então que país é este que está “muito melhor” e que não são as pessoas?

É simples: o “país” de que fala Luís Montenegro não é o nosso país. O “país” de que fala Luís Montenegro não é Portugal. O “país” de que fala Luís Montenegro é, simplesmente, o capital.

O que Luís Montenegro quis dizer foi que "A vida dos trabalhadores não está melhor, mas a vida do capital está muito melhor". Basta substituir estas poucas palavras para tudo bater certo. A vida dos dirigentes do PSD está muito melhor (basta ver como se congratulavam todos no último congresso). 

A vida dos dirigentes do CDS está muito melhor. A vida dos banqueiros está muito melhor. A vida dos grandes empresários está muito melhor. A vida dos multimilionários está muito melhor. A vida dos advogados que trabalham para o capital está muito melhor. A vida dos empresários que baixam salários e despedem trabalhadores com o pretexto da crise está muito melhor. A vida dos empresários sem escrúpulos está muito melhor. A vida dos empresários que vivem à conta das PPP está muito melhor. 

A vida dos corruptos que nunca são condenados está muito melhor. A vida dos que têm as empresas registadas na Holanda e o dinheiro nas ilhas Caimão está muito melhor. A vida dos empresários da saúde que vêem as suas clínicas aumentar a facturação à custa da destruição do Serviço Nacional de Saúde está muito melhor. 

A vida dos empresários da educação que vêem as suas escolas aumentar a facturação à custa da destruição da escola pública e dos subsídios do estado está muito melhor. E depois, à volta destes, há um segundo anel de empresários de serviços de luxo, de serviços “diferenciados” e “exclusivos”, que servem os primeiros, cuja vida está também muito melhor.

O que Luís Montenegro quis dizer foi que "A vida do povo não está melhor, mas a vida da oligarquia que manda no país está muito melhor". Foi por isso que se congratulou. Porque ele faz parte dela. Que isso constitua uma traição às promessas do PSD, à social-democracia que voltou a ter direito de menção no último congresso, ao interesse nacional, ao povo que o elegeu é algo que não preocupa Montenegro ou o PSD. 

Como diz com honestidade o multimilionário Warren Buffett, “há de facto uma luta de classes e a minha classe está a ganhar”. A diferença é que Buffett tem uma certa vergonha. E Montenegro não tem vergonha nenhuma.

por José Vítor Malheiros 
em http://www.publico.pt/

publicado por Fernando Ramos às 18:43

Março 06 2014

 

REFORMADO RECEBE 50 MIL EUROS/MÊS, POR ACUMULAR 13 TIPOS DE PENSÕES?
Posted: 05 Mar 2014 03:32 AM PST

PERGUNTA A PPC - TEMOS 1 MILHÃO DE DESEMPREGADOS, MAIS DE 300 MIL 
PESSOAS SEM QUALQUER TIPO DE APOIO SOCIAL, NO ENTANTO O NUMERO DE
MILIONÁRIOS AUMENTOU... O QUE VAI FAZER??? 

Portugal é o país europeu com mais rendimento, concentrado nos mais ricos.
Em 2011, os 10% mais ricos reuniam 27,3% do rendimento global das famílias portuguesas num ano.
Na prática, um décimo das famílias portuguesas concentra 27,3% do rendimento global amealhado por todas durante um ano. A percentagem tem vindo a aumentar e era, em 2011, últimos dados disponíveis, a mais elevada da União Europeia, ficando fica 3,4 pontos percentuais acima da média comunitária. fonte
Américo Amorim e Belmiro de Azevedo sobem na lista dos mais ricos do mundo- Américo Amorim sobe 49 lugares no rank da Forbes e Belmiro de Azevedo sobe 337 posições. Crise? Ou roubo?fonte

Cerca de 80% dos pensionistas vivem com uma prestação de 364 euros por mês, mas há 56 REFORMADOS QUE GANHAM MAIS DE 16 MIL EUROS.
Estamos a falar de uma pensão anual, acima dos 150 mil euros, segundo os números ontem revelados pelo Governo. No fim da tabela estão quase 2 milhões de pensionistas que têm uma pensão mensal de 364 euros. São informações que se conhecem no mesmo dia em que o Executivo discute com a troika cortes nas reformas.
Os dados publicados permitem perceber o universo de pensões douradas, tanto no Estado como na Segurança Social.
Há 7582 portugueses com uma pensão média de 5.410€ ou superior, até aos 16.000€.
Só com pensões perto dos dez mil euros são três centenas de reformados.
Os 56 pensionistas que recebem em média 16 785 euros custam anualmente aos cofres públicos – seja via Caixa Geral de Aposentações, seja via Segurança Social - 11 milhões de euros.
As pensões acima dos 5.000€, nem chegam a 1% do universo de reformados portugueses mas custam 548 milhões de euros por ano ao erário público.
No total, a despesa com pensões de velhice atinge os 19.240 milhões de euros, o que cobre 2,4 milhões de reformados.
Entre os pensionistas mais ricos do País estão os banqueiros e antigos administradores de empresas de topo, públicas e privadas.
Como o CM já revelou, só Jardim Gonçalves, que liderou o BCP, tem um acordo de reforma que garante uma prestação de 165 mil euros por mês, paga através de um fundo de investimento. O CM sabe ainda que há, pelo menos, um reformado em Portugal que recebe 50 mil euros mensais por acumular 13 tipos de pensões diferentes.

 

 

 

publicado por Fernando Ramos às 17:22

Março 04 2014

A VERDADE DESPORTIVA

Muitos anti-Benfica tentam denegrir o mérito do Benfica ao criar a ideia de que o Benfica é sempre beneficiado.

Vejamos os "casos" do campeonato:

1ª Jornada - Marítimo x Benfica
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Marítimo, por derrube a Lima nos instantes finais da partida. 
O Benfica perdeu o jogo, poderia no mínimo empatar. -1 ponto!

3ª Jornada Sporting x Benfica
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Sporting, por "agarrão" de Maurício a Cardozo. O golo do Sporting, foi em fora de jogo de Montero. 
O Benfica empatou, poderia ter ganho. -2 pontos!

5ª Jornada V. Guimarães x Benfica
Não foi assinalada uma grande penalidade por derrube de Paulo Oliveira a Lima, quando o resultado ainda se encontrava empatado a zero.
O Benfica ganhou por 1 a 0, apesar do erro, conseguiu os 3 pontos.

6ª Jornada Benfica x Belenenses
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Belenenses por "agarrão" por parte de 2 defesas do Belenenses a Cardozo. O 2º golo do Belenenses é em claríssimo fora de jogo.
O Benfica empatou, poderia ter ganho. -2 pontos!

11ª Jornada Rio Ave x Benfica
Não foi assinalada grande penalidade contra o Rio Ave, por corte com a mão de Tarantini.
O Benfica ganhou por 3 a 1, acabando por conquistar os 3 pontos.
O segundo golo do Benfica foi marcado em fora de jogo de Lima, golo esse que em nada influenciou o resultado, pois o Benfica já vencia por uma bola a zero. 

12ª Jornada Benfica x Arouca
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Arouca por corte com a mão de Bruno Amaro, quando o resultado ainda se encontrava empatado a zero.
O Benfica empatou, poderia ter ganho. -2 pontos!

14ª Jornada Setúbal x Benfica
Não foi assinalada uma grande penalidade por agarrão (gravata) de um defesa Setubalense ao Luisão.
O Benfica ganhou por 2 a 0, apesar do erro, conseguiu os 3 pontos.

15ª Jornada Benfica x Porto
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Porto por corte com a mão de Mangala (handebol), quando o resultado se encontrava 1 a 0.
O Benfica venceu por 2 a 0, não obstante o erro.

16ª Jornada Benfica x Marítimo
Não foi assinalada uma grande penalidade contra o Marítimo por derrube de um defesa Maritimista a Marcovic.
O Benfica venceu por 2 a 0 apesar do erro.
O segundo golo do Benfica foi marcado em fora de jogo de Rodrigo, golo esse que em nada influenciou o resultado, pois o Benfica já vencia por uma bola a zero. 

Conclusão até a 20ª jornada: 9 penáltis não assinalados a favor do Benfica e 2 golos sofridos em fora de jogo. Menos 7 pontos! 
O Benfica marcou 2 golos em fora de jogo, que em nada influenciaram o resultado, uma vez que já se encontrava a ganhar, não necessitando desses golos para vencer as ditas partidas.

Apenas à 21ª Jornada o Benfica beneficiou de um erro de arbitragem que influenciou o resultado, ao anular mal o golo ao Belenenses por pretenso fora de jogo.

Lanço o repto aos antis, que me digam se houve outro caso para o campeonato em que o Benfica tenha sido beneficiado, sem contar com os 2 golos marcados em fora de jogo (Rio Ave e Marítimo) e o golo mal anulado ao Belenenses!
publicado por Fernando Ramos às 15:04

Março 03 2014

publicado por Fernando Ramos às 17:02

Março 02 2014

publicado por Fernando Ramos às 16:05

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