MAROCAS

Junho 30 2013

publicado por Fernando Ramos às 12:48

Junho 28 2013

Para os que têm amigos advogados e para os que precisam deles....

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> Almeida era um alto funcionário da corte do Rei Faiçal

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> Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar.
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> Todas as vezes que tentou, deu-se mal.
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> Um dia, ele revelou seu desejo a Gaio, principal advogado da região e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
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> Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto - concordou, sob a condição de Almeida lhe pagar mil moedas de ouro.
>
> Almeida aceitou o acordo, todavia, não formalizado por escrito.
>
> No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
>
> Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.
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> A corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.
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> Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Almeida.
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> O Rei Faiçal ficou muito feliz e então chamou Almeida que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar,

>

>chupando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
>
> Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.
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> Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio.
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> Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Almeida recusou-se a pagar ao advogado.
>
> Almeida sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei.
>
> Mas Almeida subestimou o advogado.
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> No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e ....
>
> .....o Rei mandou chamar o Almeida!!!...
>
> Não te metas com advogados......
>

publicado por Fernando Ramos às 20:25

Junho 25 2013

(um mail que recebi)


Para Vós desejo o suficiente

 

Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha a despedirem-se.

Quando anunciaram a partida, elas abraçaram-se e a mãe disse:

- Eu amo-te. Desejo-te o suficiente.

A filha respondeu:

- Mãe, a nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O teu amor é tudo o que sempre precisei. Eu também te desejo o suficiente.

Elas beijaram-se e a filha partiu.

A mãe passou por mim e encostou-se à parede.

Pude ver que ela queria, e precisava, de chorar.

Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela dirigiu-se a mim e perguntou:

- Já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?

- Já - respondi. - Desculpe a pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?

- Estou velha e ela vive tão longe daqui! Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá, será para o meu funeral.

- Quando estavam a despedir-se, ouvi que lhe disse: "Desejo-te o suficiente". Posso saber o que isso significa?

Ela começou a sorrir.

- É um desejo que tem sido passado de geração em geração na minha família. Os meus pais costumavam dizer isso a todos.

Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse a tentar lembrar-se dos detalhes e sorriu mais ainda.

- Quando dizemos "Desejo-te o suficiente", estamos a desejar uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas.

Então, virando-se para mim, disse como se estivesse a recitar:

- Desejo-te sol o suficiente para que continues a ter essa atitude radiante.
- Desejo-te chuva o suficiente para que possas apreciar mais o sol.
- Desejo-te felicidade o suficiente para que mantenhas o teu espírito alegre.
- Desejo-te dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
- Desejo-te que ganhes o suficiente para satisfazeres os teus pequenos desejos materiais.
- Desejo-te perdas o suficiente para que aprecies tudo o que possuis.
- Desejo-te "olás" em número suficiente para que chegues ao adeus final.

Ela começou então a soluçar e afastou-se.

Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas uma vida inteira para esquecê-la.

Manda esta mensagem para as pessoas que nunca esquecerás e lembra-te de mandá-la de volta à pessoa que a enviou.

Se não mandares a ninguém, significa que vives com tanta pressa e distracção que te esqueceste, até dos teus amigos.

ARRANJA TEMPO PARA VIVER...

 

EU DESEJO-TE O SUFICIENTE...

                                                              tenha tudo, tudo, tudo de bom, o suficiente para viver!...

 

publicado por Fernando Ramos às 12:31

Junho 24 2013

publicado por Fernando Ramos às 12:27

Junho 23 2013

AS VERDADES

 

O Professor Marcelo Rebelo de Sousa pediu ao velho Maniche para atribuir uma
nota ao Sporting Club de Portugal (seu clube do coração) numa escala de 1 a 10.
O velho Maniche "dispara" pronto, ao seu estilo habitual:

Nota DEZ, Professor

DEZ?! ", Questiona o Professor.
Sim, Professor... - prossegue o Maniche:

1. DEZorganizado
2. DEZmotivado
3. DEZestabilidado
4. DEZactualizado
5. DEZqualificado
6. DEZanimado
7. DEZmoralizado
8. DEZordenado
9. DEZactivado
10. DEZmantelado".
Diz o Professor: "Bem, visto dessa forma, DEZ vezes DEZ é igual a CEM! "
O Maniche quase nem deixa o Professor acabar a frase:

É isso, Professor! CEM DINHEIRO, CEM EQUIPA, CEM FIO DE JOGO, CEM TÍTULOS, CEM TAÇAS, CEM VERGONHA, CEM merda NENHUMA".
 
 
publicado por Fernando Ramos às 12:20

Junho 22 2013

A trapeira do Job

Isto que eu vou dizer vai parecer ridículo a muita gente.

 

Mas houve um tempo em que as pessoas se lembravam, ainda, da época da infância, da primeira caneta de tinta-permanente, da primeira bicicleta, da idade adulta, das vezes em que se comia fora, do primeiro frigorífico e do primeiro televisor, do primeiro rádio, de quando tinham ido ao estrangeiro.

 

Houve um tempo em que, nos lares, se aproveitava para a refeição seguinte o sobejante da refeição anterior, em que, com ovos mexidos e a carne ou peixe restante, se fazia "roupa velha". Tempos em que as camisas iam a mudar o colarinho e os punhos do avesso, assim como os casacos, e se tingia a roupa usada, tempos em que se punham meias-solas com protetores. Tempos em que ao mudar-se de sala se apagava a luz, tempos em que se guardava o "fatinho de ver a Deus e à sua Joana".

 

E não era só no Portugal da mesquinhez salazarista. Na Inglaterra dos Lordes, na França dos Luíses, a regra era esta. Em 1945 passava-se fome na Europa, a guerra matara milhões e arrasara tudo quanto a selvajaria humana pode arrasar.

 

Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.

 

Veio depois o admirável mundo novo do crédito. Os novos pais tinham como filhos uns pivetes tiranos, exigindo malcriadamente o último modelo de mil e um gadgets e seus consumíveis, porque os filhos dos outros também tinham.

Pais que se enforcavam por carrões de brutal cilindrada para os encravarem no lodo do trânsito e mostrarem que tinham aquela extensão motorizada da sua potência genital. Passou a ser tempo de gente em que era questão de pedigree viver no condomínio fechado, e sobretudo dizê-lo, em que luxuosas revistas instigavam em couché os feios a serem bonitos, à conta de spas e de marcas, assim se visse a etiqueta, em que a beautiful people era o símbolo de status, como a língua nos cães para a sua raça.

 

Foram anos em que o Campo se tornou num imenso ressort de Turismo de Habitação, as cidades uma festa permanente, entre o coktail party e a rave.

Houve quem pensasse até que um dia os Serviços seriam o único emprego futuro ou com futuro.

 

O país que produzia o que comíamos ficou para os labregos dos pais e primos parolos, de quem os citadinos se envergonhavam, salvo quando regressavam à cidade dos fins de semana com a mala do carro atulhada do que não lhes custara a cavar e às vezes nem obrigado.

 

O país que produzia o que se podia transaccionar, esse, ficou com o operariado da ferrugem, empacotados como gado em dormitórios, e que os víamos chegar mortos de sono logo à hora de acordarem, as casas verdadeiras bombas-relógio de raiva contida, descarregada nos cônjuges, nos filhos, na idiotização que a TV tornou negócio.

 

Sob o oásis dos edifícios em vidro, miragem de cristal, vivia o mundo subterrâneo de quantos aguentaram isto enquanto puderam, a sub-gente. Os intelectuais burgueses teorizavam, ganzados de alucinação, que o conceito de classes sociais tinha desaparecido. A teoria geral dos sistemas supunha que o real era apenas uma noção, a teoria da informação substituía os cavalos-força da maquinaria pelos megabytes de RAM da computação universal.

Um dia os computadores tudo fariam, o Ser-Humano tornava-se um acidente no barro de um oleiro velho e tresloucado que, caído do Céu, morrera pregado a dois paus, e que julgava chamar-se Deus, confundindo-se com o seu filho e mais uma trinitária pomba.

 

Às tantas, os da cidade começaram a notar que não havia portugueses a servir à mesa, porque estávamos a importar brasileiros, que não havia portugueses nas obras, porque estávamos a importar africanos e eslavos.

 

A chegada das lojas-dos-trezentos já era alarme de que se estava a viver de pexisbeque, mas a folia continuava. A essas sucedeu a vaga das lojas chinesas, porque já só havia para comprar «balato». Mas o festim prosseguia e à sexta-feira as filas de trânsito em Lisboa eram o caos e até ao dia quinze os táxis não tinham mãos a medir.

 

Fora disto, os ricos, os muito ricos, viram chegar os novos ricos. O ganhão alentejano viu sumir o velho latifundário absentista pelo novo turista absentista com o mesmo monte mais a piscina e seus amigos, intelectuais, claro, e sempre pela reforma agrária, e vai um uísque de malte, sempre ao lado do povo, e já leu o New Yorker?

 

A agiotagem financeira, essa, ululava. Viviam do tempo, exploravam o tempo, do tempo que só ao tal Deus pertencia, mas, esse, Nietzsche encontrara-o morto em Auschwitz. Veio o crédito ao consumo, a Conta-Ordenado, veio tudo quanto pudesse ser o ter sem pagar. Porque nenhum Banco quer que lhe devolvam o capital mutuado, quer é esticar ao máximo o lucro que esse capital rende.

 

Aguilhoando pela publicidade enganosa os bois que somos nós todos, os Bancos instigavam à compra, ao leasing, ao renting, ao seja como for desde que tenha e já, ao cartão, ao descoberto-autorizado.

 

Tudo quanto era vedeta deu a cara, sendo actor, as pernas, sendo futebolista, ou o que vocês sabem, sendo o que vocês adivinham, para aconselhar-nos a ir àquele Balcão bancário buscar dinheiro, vendermo-nos ao dinheiro, enforcarmo-nos na figueira infernal do dinheiro. Satanás ria. O Inferno começava na terra.

 

Claro que os da política do poder, que vivem no pau de sebo perpétuo do fazer arrear, puxando-os pelos fundilhos, quantos treparam para o poder, querem a canalha contente. E o circo do consumo, a palhaçada do crédito servia-os. Com isso comprávamos os plasmas mamutes onde eles vendiam à noite propaganda governamental e, nos intervalos, imbelicidades e telefofocadas, que entre a oligofrenia e a debilidade mental a diferença é nula. E, contentes, cretinamente contentinhos, os portugueses tinham como tema de conversa a telenovela da noite, o jogo de futebol do dia e da noite e os comentários políticos dos "analistas" que poupavam os nossos miolos de pensarem, pensando por nós.

 

Estamos nisto.

 

Este fim-de-semana a Grécia pode cair. Com ela a Europa.

 

Que interessa? O Império Romano já caiu também e o mundo não acabou.

Nessa altura, em Bizâncio, discutia-se o sexo dos anjos. Talvez porque Deus se tivesse distraído com a questão teológica, talvez porque o Diabo tenha ganho aos dados a alma do pobre Job na sua trapeira. O Job que somos grande parte de nós.

 

José António Barreiros, advogado

(Parabens pelo artigo)

publicado por Fernando Ramos às 12:04

Junho 20 2013

publicado por Fernando Ramos às 18:52

Junho 05 2013

Um médico, em Dublin, queria DESCANSAR  e ir pescar.
 

Então aproximou-se do seu assistente e disse-lhe:
- Murphy, amanhã vou caçar e não quero fechar a clínica. Acha que consegue cuidar dela e de todos os pacientes?
- Sim, senhor! - respondeu  Murphy.
O médico foi pescar e voltou no dia seguinte.

- Então, Murphy, como correu o dia?
- Cuidei de três pacientes. O primeiro tinha uma dor de cabeça e, então, eu dei-lhe paracetamol.
- Bravo, meu rapaz .

- E o segundo? - perguntou o médico.
- O segundo teve indigestão e eu dei-lhe Guronsan- informou Murphy.
- Bravo, bravo! Você é bom nisso... E o terceiro? - perguntou o médico.
- Bom, doutor, eu estava sentado aqui e, de repente, abriu-se a porta e entrou uma linda mulher. Ela arrancou a roupa, despiu tudo, incluindo o sutiã e  as cuequinhas. Depois deitou-se sobre a marquesa, abriu as pernas e gritou: «AJUDE-ME, pelo amor de Deus! Há cinco anos que eu não vejo homem!''
- Nossa Senhora, Murphy, o que  é que você fez? - perguntou o médico.
- Eu pus-lhe gotas de Visadron nos olhos, doutor!


 

publicado por Fernando Ramos às 18:52

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