MAROCAS

Fevereiro 28 2013

A caixa de correio
 
Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira boazona caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou com força e voltou furiosa para casa.
O homem lá continuou a aparar a relva quando, de repente a loiraça voltou.
Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa. Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente. Com o andar impaciente, abre a caixa de correio,  bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.

 


O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:

- Algum problema ??????

Ao que ela responde:

- Problema é pouco!!!!! Aquele estúpido do meu computador não pára de dizer que a minha caixa de correio está cheia!!!
 

publicado por Fernando Ramos às 00:13

Fevereiro 25 2013

JOÃOZINHO - INÉDITA


Uma mulher estava grávida de trigêmeos, Joãozinho, Andrezinho e Filipino.

Um dia, quando em frente a sua casa ocorreu um tiroteio, a mulher apanhou com  3 tiros na barriga, acertando uma bala em cada filho.

 

Dez anos depois, quando Andrezinho foi ao banheiro e saiu uma bala do pénis dele, ele foi correndo avisar a mãe:

- Mãe, eu estava fazendo xixi e saiu uma bala do meu pénis.

Daí a sua mãe contou toda a história do tiroteio...

 

No dia seguinte, Filipino estava no banheiro e saiu uma bala de seu pénis. Daí ele foi correndo avisar a mãe:

- Mãe eu estava fazendo xixi e saiu uma bala do meu pénis. Então a mãe contou de novo toda a história do tiroteio...

 

No dia seguinte Joãozinho chegou na mãe assustado.

A mãe logo falou:

- Já sei, você estava fazendo xixi e saiu uma bala do seu pénis!


Joãozinho falou:

- Não, mãe, estava batendo punheta e matei a empregada!

 

publicado por Fernando Ramos às 21:57

Fevereiro 21 2013

publicado por Fernando Ramos às 17:41

Fevereiro 14 2013

 


SEM TIRAR NEM PÔR

"Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai.
Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular. Era aí que eu te punha, meu glutão.

Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.


Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento. Daqueles que hoje vivem na rua.


Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.

Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.

Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.

Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.

Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a pide a amparar-vos. Uma pide deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.

Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente.

Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi de merda!
É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.

Por tudo isto te punha no pelourinho. Só para seres visto pelos milhares que ficaram sem casa. Sem vergastadas. Só um caldo de vez em quando. Podes dizer-me que é uma crueldade. Pois é. Por uma vez terás razão. Nada porém que se compare à infinita crueldade da rapina, da usura que tu defendes e exercitas.

És hoje um dos czares da finança. Vives na maior, cercado pelos sebosos Rasputines governamentais. Lembra-te porém do que aconteceu a uns e ao outro."


(texto no FACEBOK de 14.2.2013)


publicado por Fernando Ramos às 17:08

Fevereiro 12 2013

Excelente reflexão esta de António Costa no programa "Quadratura do Círculo"
- SIC Notícias de 5ª feira: às 23 horas


 (...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União
Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de
produzir;  não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na
indústria, por ex. no têxtil.
 Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a
Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os
nossos mercados ao têxtil chinês, basicamente porque ao abrir os mercados ao
têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses
produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.

 E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas
que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima
das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos
investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em
função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em
função do crédito que foi proporcionado.

E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função
de uma política induzida pela União Europeia. Podemos todos concluir e acho
que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um
erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União
Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu
que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma
praça financeira.

E é isso que estamos a pagar!

A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a
viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste.

Esta mentira só é ultrapassada por uma outra: a de que não há alternativa à
austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo
exagerados.

Colossais fraudes.

Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a
classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o
orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares
de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas
municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a
corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona
degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas
no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com
pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as
vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os
casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e
mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público.

Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus
tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo, têm responsáveis conhecidos.

E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do
europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo,
ter remorsos pelo estado das contas públicas.

 Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam.
Há que renegociar as parcerias público-privadas, rever os juros da dívida
pública, extinguir organismos...

 Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões.

 Sem penalizar os cidadãos. Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos
erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo
as suas causas, o regabofe e a corrupção.

 Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem
condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

publicado por Fernando Ramos às 16:31

Fevereiro 08 2013

Dentadinhas... na orelha...

 

publicado por Fernando Ramos às 19:16

Fevereiro 03 2013
UMA QUESTÃO DE GENEALOGIA
 

   Uma garotinha pergunta à sua Mãe:


 - "Mamã, como se criou a raça humana?"


A Mãe respondeu:


 - "Deus criou Adão e Eva e eles tiveram filhos, netos. bisnetos e assim se foi formando a raça humana"


Dois dias depois, a garotinha faz a mesma pergunta ao Pai.


O Pai respondeu:


 - "Há muitos anos existiram macacos que foram evoluindo até chegarem aos seres humanos que vês hoje"


 A garotinha toda confundida foi ter com a Mãe e disse-lhe:


- "Mamã, como é possivel que tu digas que a raça humana foi criada por Deus e o Papá diga que a raça humana

resultou da evolução a partir dos macacos?"


 A Mãe, depois de pensar um pouco, respondeu:


- "Olha, minha querida filha, é muito simples..


Eu falei-te da minha família e o teu pai falou da dele ! "

publicado por Fernando Ramos às 17:28

Fevereiro 03 2013

publicado por Fernando Ramos às 14:56

Fevereiro 02 2013

publicado por Fernando Ramos às 17:48

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