MAROCAS

Maio 17 2005
sobreiro-1.jpg

Segundo a lei deste belo país à beira mar plantado, o sobreiro é uma espécie protegida por lei, que só pode ser abatido em situações de utilidade pública, como a construção de escolas ou hospitais.

É lamentável que tivessem havido governantes que desconhecessem a lei portuguesa, como foi o caso do Dr. Nobre Guedes, ministro do ambiente, e do Dr. Telmo Correia, ministro do turismo na altura, que autorizaram o 'tiro', ou seja o abatimento de 2.600 sobreiros para fins muito duvidosos, que nada têm a ver com a construção de escolas ou hospitais como diz a lei, mas sim com a construção de um empreendimento turístico com hoteis e moradias de luxo, lá para os lados de Benavente, com ajuda do homem da 'massa' do partido deles o senhor Abel Pinheiro. Mas não eram estes os ministros mais competentes do Governo do Dr. Santana Lopes, como o Dr. Paulo Portas todos os dias apregoava nas Tvs?

Como continua a ser possível estes políticos da 'treta' assinarem despachos a 4 dias de eleições? Como é possivel se continuarem a fazer atentados ao ambiente, por pessoas que deveriam defender as leis? Como é possivel o "cheiro" a corrupção ou tráfico de influências andar no meio de governantes sem escrúpulos que são eleitos pelo povo? Como é possível tudo isto, que beneficia sempre aqueles que continuam a viver à grande, em prejuízo da maioria?

Isto não pode acontecer mais, temos de ter leis mais penalizantes para situações de pessoas que não respeitam o ambiente e não têm respeito pelo seu semelhante, nem pelas leis do seu próprio país.

Será que, com esta divulgação pela imprensa, não se abriu uma caixa da Pandora, e ainda vai por aí aparecer mais negociatas mal explicadas? Dá-me vontade de perguntar onde pára o chefe de tudo isto, é que ainda por cima são todos do mesmo partido CDS/PP..!

A anedota:

Com um pedido de desculpa ao autor desconhecido aqui vai a última que me chegou ao mail:

- Preciso de abater uns 2700 sobreiros.

- Já falaste com o teu partido?

- Não. Falei com o teu.
BES.jpg

(esta anedota e a foto estão publicadas no O JUMENTO, com a devida vénia)
publicado por Fernando Ramos às 11:36

Maio 11 2005
Condominios.jpg

A liberdade de cada um termina onde começa a liberdade dos outros. Nada mais verdadeiro quando falamos de viver dentro de um mesmo espaço físico.

É assim que deve ser encarado o relacionamento entre vizinhos, entre condóminos, pessoas que entre si, têm muito em comum, que mais não seja, a proximidade, as partes comuns do edifício e o bem-estar.

Para que a vida decorra de forma harmoniosa, devem os habitantes de uma propriedade horizontal saber reconhecer os seus direitos, sobretudo as suas obrigações.

São deveres sem exclusões, os baseados nas mais elementares regras de bom senso, regulamentares e legais:

· Promover uma sã vivência, evitando os atritos, privilegiando o diálogo
· Comparticipar atempadamente nas despesas do prédio e participar na gestão
· Promover a segurança do prédio, dos seus bens e dos que o habitam
· Manter os seguros actualizados, ou mesmo adquirir um seguro do condomínio
· Exercer a administração do condomínio quando eleito para o efeito
· Cumprir o Regulamento Interno, as decisões da Assembleia e a Lei
· Comunicar por escrito o seu domicílio no caso de não residir no prédio
· Não fazer obras incorrectas, sem licença, ou deixar de fazer as imprescindíveis
· Não destinar a sua fracção a fins diferentes daquelas para que foi construída · Não sujar ou deixar sujar, o espaço comum, a frente da casa, a sua rua

O não cumprimento das obrigações leva muito a perder, mesmo o acréscimo de despesas.

Na falta de cumprimento, o prédio degrada-se, perde valor de transacção,de arrendamento.

Pior que tudo, a vida degrada-se, as pessoas agridem-se, ofendem-se, isto não é viver!

Publicado por:
Zezzzz
publicado por Fernando Ramos às 10:57

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